RUMO AOS 20 ANOS

No ano em que a Paralelo 30 Turismo comemorará seus 20 anos de atividades, convidamos nossos queridos amigos a embarcar em uma viagem ao passado, mais exatamente 20 anos atrás. Mexendo nas gavetas da nossa agencia e também da nossa memória, relembramos como era viajar em 1999, ano em que a Paralelo 30 abriu suas portas em São Leopoldo. Apertem os cintos e embarquem conosco nesta viagem no tempo:



1 – PASSAGENS AEREAS ERAM BILHETES FISICOS Embarcar mostrando um código de barras na tela do celular: esta cena nos anos 90 era uma imagem futurista, digna dos desenhos dos Jetson. Em 1999 os telefones celulares eram usados somente (pasmem) para fazer chamadas telefônicas. Os bilhetes eletrônicos como os que conhecemos hoje, só surgiram depois dos anos 2000. As agências de viagens tinham estoques de bilhetes aéreos de todas as cias aéreas, ou pelo menos das nacionais. Para emissão de um bilhete, mesmo nacional, era necessário completar todos os campos do bilhete. Isto podia ser feito em uma máquina de emissão ou manualmente.



Na Paralelo 30 lá em 1999, emitíamos os bilhetes a mão, preenchendo todos os campos: origem, destino, horário de saída, horário de chegada, valor pago, numero do cartão de crédito, número do bilhete, validade, etc. A reserva era feita em um sistema utilizado até hoje (GDS) e as informações preenchidas a mão. Qualquer erro de escrita e o passageiro não embarcava! O bilhete continha várias páginas preenchidas igualmente devido ao carbono no verso. Chegando ao aeroporto, no balcão de check in, o atendente ficava com a primeira página, na entrada do avião outra página era destacada e o passageiro ficava ainda com a última cópia, como uma espécie de recibo. Certa vez, já na fila do embarque do voo, um cliente se deu conta que a pessoa lá do check in tinha destacado a folha errada! Saiu correndo atrás da pagina perdida, com risco de perder o voo que já estava sendo finalizado. Hora do pessoal do embarque entrar em contato pelo radio com o pessoal do check in para encontrar o bilhete de voo. Correria, de um lado para o outro, até que por fim chega a tal folhinha que faltava pelas mãos de um funcionário esbaforido. Tudo certo. Os bilhetes dos cento e poucos passageiros a bordo, todos na mão, um em cima do outro como o protocolo. Tripulação, embarque finalizado!



Aidê Stürmer Jones
Paralelo 30 Viagens e Turismo